História
O município de Coronel Barros, situado na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul, tem sua formação histórica ligada ao processo de colonização e ao desenvolvimento das atividades agropecuárias, características marcantes da região.
O ideal de autonomia administrativa surgiu do desejo da comunidade local em conduzir seu próprio desenvolvimento. A partir da década de 1990, esse sentimento ganhou força por meio de reuniões e articulações entre lideranças locais, culminando na formação da comissão pró-emancipação.
Integraram a comissão emancipacionista os seguintes membros: Gilberto Harri Rohde (presidente), Amauri Marcks (vice-presidente), Norberto Arno Muller (secretário), Erica Nair Barboza (2ª secretária), Donário Schirmer (tesoureiro), Edvino Herter (2º tesoureiro), Helmuth Reimann, Olivar Scherer e Valdir Glass (conselheiros fiscais efetivos), e Ervin Haerter, Hugo Kirchner e Lucídio Hermann (conselheiros fiscais suplentes).
Como resultado desse movimento, realizou-se, em 10 de novembro de 1991, o plebiscito pró-emancipação, no qual a maioria da população manifestou-se favorável à criação do novo município. Na sequência, foram adotadas as providências legais necessárias para o desmembramento territorial, especialmente do município de Ijuí, bem como de áreas limítrofes.
A emancipação político-administrativa foi oficialmente efetivada em 20 de março de 1992, data que marca o início da organização administrativa própria de Coronel Barros, com a instituição dos Poderes Executivo e Legislativo.
Desde então, o município vem consolidando seu desenvolvimento com base na agricultura, na força do cooperativismo e no trabalho de sua população, preservando as tradições culturais herdadas de seus colonizadores e fortalecendo sua identidade local.